Varizes causam trombose?

As varizes são uma condição comum, que afetam uma grande parcela da população, ocorrendo especialmente nos membros inferiores do corpo. No entanto, embora não seja um problema super grave por si só, é fato que existem alguns riscos associados.

Por isso mesmo que nada melhor do que entender mais sobre o assunto e conferir se há alguma relação entre as varizes e a trombose. Então, continue lendo e veja os detalhes.

Varizes podem causar trombose?

Infelizmente, sim, as pessoas que apresentam varizes nos membros inferiores possuem um risco aumentado para o desenvolvimento de um quadro de trombose venosa profunda se comparado com pessoas que não apresentam vasos varicosos.

Isso acontece porque as varizes causam alterações na estrutura dos vasos, deformando-o e dilatando-o.

Com isso, pode ocorrer o acúmulo de sangue nos membros inferiores e maior chance de desenvolvimento de trombos, que migram para o sistema venoso profundo.

A trombose pode acontecer tanto nas veias mais superficiais quanto naquelas mais profundas. Acontece que ter varizes nos membros inferiores pode aumentar o risco de ambas.

além das varizes, claro, existem outros fatores de risco associados à trombose venosa profunda, tais como uso de contraceptivos hormonais, cigarros, reposição hormonal, obesidade, imobilização por longos períodos e outros.

Portanto, resumindo tudo isso, sim, as varizes podem acabar causando também a trombose, chamada de tromboflebite.

Tratamento para as varizes

É muito importante estar atento e cuidado do problema para evitar que ocorram complicações.

O fato é que as varizes, por si só, não são um problema grave ou que cause riscos à saúde. No entanto, dependendo do grau e da intensidade do problema, ela pode aumentar o risco para algumas condições.

Assim, é essencial procurar um especialista na área e realizar corretamente o tratamento proposto para o caso o quanto antes, você também pode iniciar um tratamento em casa com o Creme para Varizes Varizero que é muito eficiente.

Dentre as principais medidas adotadas, podemos citar o uso de medicamentos específicos, a adoção de hábitos saudáveis, largar o tabagismo, evitar consumo excessivo de álcool e outros.

Fazer atividade física regular também é muito benéfico para a circulação sanguínea e também evitar o surgimento de novas varizes.

O médico também pode propor um tratamento específico para eliminar as varizes, como o laser ou a escleroterapia, entre outros.

O mais importante de tudo é sempre contar com a opinião de um profissional e seguir as recomendações para evitar maiores problemas, como a trombose venosa.

Próstata aumentada pode virar câncer

Conforme os anos vão se passando e o homem vai envelhecendo, é normal que a próstata vá aumentado de tamanho. O nome desse processo é hiperplasia prostática.

Por ser uma condição benigna, ela não tem uma relação direta com o câncer. Nem por isso é uma condição que pode ser deixada de lado, afinal, ela pode ocasionar uma série de sintomas bastante desagradáveis e incômodos.

Além desse incômodos, o aumento da próstata também pode gerar algumas complicações, tais como infecção urinária e até mesmo a infecção renal. Por isso, todo cuidado é pouco.

Vale lembrar, claro, que nem todos os casos de aumento de próstata causam sintomas desagradáveis, especialmente quando esse aumento ainda é pequeno, mas mesmo assim é recomendável fazer algum tratamento preventivo, Prostatricum originale tem sido bastante utilizado para prevenção de problemas de próstata.

Entre os sintomas mais comuns estão aqueles relacionados ao sistema urinário, visto que a próstata crescida pode acabar comprimindo a uretra ou a bexiga.

Dentre os principais sintomas dessa condição, temos o seguinte:

  • Fluxo urinário diminuído, se apresentando fraco ou em gotas.
  • Urgência de micção, que é a grande vontade de urinar, podendo ocorrer até vazamentos.
  • Sensação de esvaziamento incompleto, que é quando mesmo depois de urinar, a bexiga ainda não parece vazia.
  • Aumento da frequência urinária.

Outros problemas que também afetam a próstata

Além da hiperplasia prostática, existem também outros problemas que podem afetar a próstata, tais como:

  • Prostatite

É uma condição caracterizada pela inflamação da próstata que pode causar dor e dificuldade de urinar. No entanto, outros sintomas comuns também são febre, dor na região pélvica e/ou na virilha, bem como incomodo no pênis e/ou nos testículos.

Esse é um problema que pode surgir tanto de forma gradual quanto de forma repentina, sendo bastante comum inclusive em homens com menos de 40 anos de idade.

O tratamento só pode ser determinado pelo médico responsável depois de analisar o caso de forma individualizada, oferecendo a solução mais precisa.

  • Câncer de próstata

Essa condição é caracterizada por um tumor maligno, sendo a doença mais comum nos homens. Um dos grandes problemas dessa condição é que ela não costuma apresentar sintomas nos seus estágios iniciais.

Como o tratamento é sempre melhor quando a condição é identificada precocemente, o ideal é sempre realizar o exame preventivo. Esse exame é feito, normalmente, uma vez por ano em homens com mais de 50 anos.

O histórico familiar pode ser também um sinal de alerta para redobrar os cuidados nesse sentido.

Por fim, o aumento da próstata não tem relação com o câncer, mas ambos são condições que devem ser observadas e bem cuidadas.

Energia Solar vale a pena?

A energia solar no Brasil já é uma realidade cada vez mais presente e acessível. No entanto, é um tipo de sistema que ainda gera muitas dúvidas em que se interessa por ele.

Será que é mesmo barato? Será que compensa, analisando o custo do investimento? Pois bem, as dúvidas são muitas mesmo.

O que acontece é que a busca por fontes de energia renováveis está crescendo cada vez mais, despertando um maior interesse pela energia fotovoltaica.

A grande dúvida é se vale mesmo a pena instalar esse sistema, investindo na compra e instalação para ter o retorno no consumo posteriormente.

Custo de instalação da energia solar

De uma forma simples, o custo para instalar o sistema na sua residência ou condomínio, vai depender da sua necessidade.

Se a ideia é abastecer um condomínio inteiro, o sistema terá que ter uma capacidade muito maior do que para abastecer uma casa pequena, por exemplo.

No entanto, podemos dizer que para um sistema residencial, o custo médio necessário de investimento é algo entre 20 ou 30 mil reais.

Vale lembrar ainda que existe uma linha de crédito governamental que possibilita investir nesse tipo de projeto, com juros baixos para esse financiamento.

Claro que o investimento inicial é um dos fatores que mais pesa na hora de decidir se esse sistema vale a pena ou não. É preciso ter um bom dinheiro para aportar na compra dos painéis e na instalação adequada da energia solar.

No entanto, esse é um tipo de investimento que vai se pagar ao longo dos anos, com o uso do mesmo.

Depois disso, podemos dizer que a energia solar da até lucro, visto que pode ter uma vida útil de mais de 20 anos se for bem cuidada e passar por manutenção preventiva.

Isso quer dizer que em 5 ou 6 anos o investimento já se pagou e tudo o que você vai economizar depois é lucro!

Vale a pena mesmo para quem tem conta baixa?

Se a sua conta vem em uma média de R$70 ou menos, o sistema de energia solar pode não ser a opção mais vantajosa, visto que existem algumas tarifas básicas de serviço que não vão deixar de ser cobradas.

A média de retorno do seu investimento também aumenta um pouco nessas condições, ao passo que é um pouco mais rápido em contas mais altas.

Por isso, o mais indicado é sempre avaliar cada caso individualmente, mas o inegável é que, de uma forma gera, a energia solar vale a pena sim!